USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS NA ATENÇÃO BÁSICA: DESAFIOS NA PRESCRIÇÃO E DISPENSAÇÃO DE ANTI-HIPERTENSIVOS - UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n3p2746-2768Palavras-chave:
Uso racional de medicamentos. Anti-hipertensivos. Atenção básica. Adesão ao tratamento.Resumo
Introdução: O uso racional de medicamentos garante a eficácia terapêutica e a segurança dos pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente no manejo da hipertensão arterial, uma doença crônica de alta prevalência. Na atenção básica, a prescrição e a dispensação de anti-hipertensivos enfrentam desafios como baixa adesão ao tratamento, falhas na comunicação e ausência de protocolos padronizados. Objetivos: Analisar os desafios relacionados à prescrição e dispensação de anti-hipertensivos na atenção básica e discutir estratégias que promovam o uso racional de medicamentos. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, conduzida conforme a metodologia PRISMA, com busca em bases de dados científicas entre 2015 e 2025. Resultados e Discussão: Os estudos evidenciam que a baixa adesão ao tratamento, a polifarmácia e a falta de orientação adequada comprometem o controle da hipertensão. A atuação do farmacêutico, associada à educação em saúde e ao acompanhamento do paciente, contribui para melhorar a adesão e os resultados terapêuticos. Conclusão: Os desafios na prescrição e dispensação de anti-hipertensivos impactam negativamente o uso racional de medicamentos. Estratégias multiprofissionais e educativas são essenciais para promover a adesão ao tratamento e a qualidade do cuidado.
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