O ENFERMEIRO E O USO DE FREQUÊNCIA EM HERTZ COMO INTERVENÇÃO PARA CEFALEIA

Autores

  • Vanessa Gonçalves Amaral INSTITUTO TAUBATÉ DE ENSINO SUPERIOR
  • Rosana Maria Faria Vador Mestra e Coordenadora do Curso de Enfermagem – Instituto Taubaté de Ensino Superior (ITES)
  • Thalita M. F. Menezes
  • Leandra Ruzene Carlúcio Mestra e Orientadora – Instituto Taubaté de Ensino Superior (ITES)

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n4p1565-1574

Palavras-chave:

Dor; Enfermeiros e Enfermeiras; Terapias complementares; Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea.

Resumo

A cefaleia representa uma das condições neurológicas mais incapacitantes da atualidade, impactando diretamente a qualidade de vida e a funcionalidade dos indivíduos. Diante das limitações relacionadas ao uso prolongado de terapias farmacológicas, intervenções não farmacológicas vêm ganhando destaque no manejo da dor, especialmente aquelas fundamentadas em técnicas de neuromodulação e eletroestimulação. Entre essas abordagens, destaca-se o uso de frequências em Hertz (Hz), capazes de atuar na modulação da excitabilidade neuronal, ativação de vias inibitórias descendentes e redução da percepção dolorosa. O presente estudo teve como objetivo analisar a atuação dos enfermeiros no uso terapêutico de frequências em Hertz como terapia complementar no manejo da cefaleia. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com análise qualitativa e quantitativa dos achados, realizada por meio de estudos científicos indexados nas bases PubMed e SciELO, publicados entre 2020 e 2025. Foram analisados 13 estudos, com predominância de revisões sistemáticas e revisões integrativas. Os resultados evidenciaram potencial efeito analgésico das frequências em Hz, promovendo redução da intensidade da dor, diminuição da frequência das crises cefaleicas e melhora da qualidade de vida. Evidenciou-se ainda a importância da atuação do enfermeiro na avaliação clínica, aplicação terapêutica, monitoramento e segurança do paciente. Conclui-se que as frequências em Hertz apresentam potencial promissor como abordagem complementar no manejo da cefaleia, reforçando a necessidade de ampliação das evidências científicas e da capacitação profissional dos enfermeiros nessa área.

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Publicado

2026-06-11

Como Citar

AMARAL, Vanessa Gonçalves; VADOR, Rosana Maria Faria; MENEZES, Thalita M. F.; CARLÚCIO, Leandra Ruzene. O ENFERMEIRO E O USO DE FREQUÊNCIA EM HERTZ COMO INTERVENÇÃO PARA CEFALEIA. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, Macapá, Brasil, v. 5, n. 4, p. 1565–1574, 2026. DOI: 10.36557/2674-9432.2026v5n4p1565-1574. Disponível em: https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/1210. Acesso em: 14 jun. 2026.