Contribuições da Fisioterapia para a Qualidade de Vida de Pacientes com Doença de Parkinson
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n4p1775-1792Palavras-chave:
Doença de Parkinson. Fisioterapia. Qualidade de vida. Reabilitação neurológica. Exercício terapêutico.Resumo
A Doença de Parkinson é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva caracterizada por alterações motoras e não motoras que comprometem significativamente a funcionalidade, a independência e a qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Nesse contexto, a fisioterapia destaca-se como importante estratégia terapêutica não farmacológica, atuando na promoção da mobilidade, equilíbrio, capacidade funcional e participação social. O presente estudo teve como objetivo analisar os impactos da fisioterapia na qualidade de vida de pacientes com Doença de Parkinson por meio de uma revisão narrativa da literatura. A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados SciELO, PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico, contemplando artigos científicos, revisões sistemáticas, diretrizes clínicas e estudos publicados nos idiomas português e inglês. Os resultados evidenciaram que intervenções fisioterapêuticas baseadas em treinamento de marcha, exercícios de equilíbrio, fortalecimento muscular, exercícios aeróbicos e tecnologias assistivas contribuem para a melhora da mobilidade funcional, redução do risco de quedas, aumento da independência nas atividades de vida diária e melhoria da qualidade de vida. Além dos benefícios físicos, observou-se impacto positivo sobre aspectos emocionais e sociais, favorecendo maior autonomia e participação social. Conclui-se que a fisioterapia constitui componente essencial do tratamento multidisciplinar da Doença de Parkinson, promovendo benefícios significativos para a funcionalidade e qualidade de vida dos pacientes.
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