Vossa Majestade: A homossexualidade masculina humana nas realezas
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n4p1837-1863Palavras-chave:
Amor; Direito divino; Homossexualidade; Monarquias; Reis e Rainhas.Resumo
A presente investigação bibliográfica objetivou analisar e esclarecer se Deus – levando em consideração que alguns Reis e Rainhas, assim como alguns Príncipes e Princesas são e/ou eram homossexuais e/ou que não eram homossexuais, mas que simplesmente não discriminavam os homossexuais, mas os defendiam – poderia, através do direito divino concedido aos reis e rainhas, consentir ou não com a união entre duas pessoas do mesmo sexo expressando esse seu consentimento ou não através dos Reis e Rainhas. Assim, lançaram-se os seguintes questionamentos: Se Deus fala suas vontades através dos reis e rainhas e esses interpretam essas mensagens a suas respectivas maneiras, os mesmos aceitariam, em seus respectivos povos, locais e épocas, os quais governam/governavam, a vida conjugal entre pessoas do mesmo sexo? Já que se sabe, devido a trabalhos acadêmicos e livros já publicados que existiram reis gays e também não gays, seria possível, sem se importar com as consequências e/ou sobre o que iriam pensar, autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em suas respectivas épocas de existência, sendo esse ato, uma possível manifestação do desejo de Deus através desses reis e rainhas, ou seja, permitir a felicidade amorosa das pessoas? Como resultados, a pesquisa mostrou que sim. Que reis tinham esse poder de permitir a vida conjugal entre pessoas do mesmo sexo, mas que não o fizeram, muito provavelmente por medo da religião e do que a sociedade, pautada nessa religião iria pensar.
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