A ROMANTIZAÇÃO DO EXCESSO DE TRABALHO E OS TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS: DESAFIOS PARA A SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n5p1072-1079

Palabras clave:

Doenças Respiratórias; Hospitalização Infantil; Epidemiologia; Saúde Pública; Criança.

Resumen

A crescente valorização da produtividade, do desempenho contínuo e da dedicação excessiva ao trabalho tem contribuído para a naturalização de práticas laborais potencialmente prejudiciais à saúde mental dos trabalhadores. Esse fenômeno, denominado romantização do excesso de trabalho, reforça discursos que associam sucesso profissional à sobrecarga laboral, favorecendo o desenvolvimento de transtornos mentais comuns (TMC), como ansiedade, depressão, estresse ocupacional e síndrome de burnout. O presente estudo tem como objetivo analisar a influência da romantização do excesso de trabalho no adoecimento mental dos trabalhadores e discutir os impactos desse fenômeno para a saúde do trabalhador. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, realizada a partir de publicações científicas nacionais e internacionais entre os anos de 2021 e 2026. Os resultados evidenciam que ambientes laborais marcados por metas excessivas, jornadas prolongadas, competitividade e pressão por desempenho favorecem o sofrimento psíquico e comprometem a qualidade de vida dos trabalhadores. Observou-se ainda que a naturalização da sobrecarga dificulta o reconhecimento do adoecimento mental e contribui para a invisibilização dos transtornos relacionados ao trabalho. Conclui-se que a promoção da saúde mental e o fortalecimento das políticas de proteção à saúde do trabalhador são fundamentais para o enfrentamento desse problema contemporâneo.

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Citas

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Publicado

2026-07-30

Cómo citar

GALENI, Oldair Donizete et al. A ROMANTIZAÇÃO DO EXCESSO DE TRABALHO E OS TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS: DESAFIOS PARA A SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, Macapá, Brasil, v. 5, n. 5, p. 1072–1079, 2026. DOI: 10.36557/2674-9432.2026v5n5p1072-1079. Disponível em: https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/1354. Acesso em: 17 ago. 2026.