PRÉ-ECLAMPSIA EM GESTANTES DE ALTO RISCO: INVESTIGAÇÃO DAS IMPLICAÇÕES PARA MULHERES COM CONDIÇÕES PREEXISTENTES

Autores

  • Melina Even Silva da Costa Costa Urca
  • Thiago de Sousa Farias
  • Gabriel Zanetti Costa
  • Damarys Larissa Morais
  • Hyan Moura Borges da Silva
  • Jéssica Costa Moreira dos Santos
  • Muryllo Tavares Silva
  • Silmara Veloso Ferreira
  • Lívia Lima Cunha
  • Raissa da Silva Medeiros
  • Maria Alda Carneiro de Oliveira
  • Maria de Fátima Pereira dos Santos
  • Ule Hanna Gosmes Feitosa Teixeira
  • Yang Meireles de Sousa
  • Claumir Gonçalves Medrado Júnior

DOI:

https://doi.org/10.36557/pbpc.v4i1.305

Palavras-chave:

Fatores de Risco., Pré-Eclâmpsia, Prevenção

Resumo

A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez, especialmente em gestantes de alto risco, como aquelas com condições preexistentes como hipertensão, diabetes, doenças renais e distúrbios autoimunes. Mulheres com histórico de pré-eclâmpsia em gestações anteriores ou com fatores de risco como idade avançada, gestação múltipla e obesidade também apresentam maior vulnerabilidade. A condição pode levar a sérias complicações, como insuficiência renal, hepática e a síndrome HELLP, além de riscos para o feto, como restrição do crescimento e sofrimento fetal. O diagnóstico precoce, o monitoramento constante e o manejo adequado são essenciais para prevenir desfechos negativos. Estratégias de controle da pressão arterial, monitoramento da função renal e hepática, além da colaboração entre uma equipe médica multidisciplinar, são fundamentais. A educação e a orientação para as gestantes de alto risco são cruciais para identificar sinais precoces e garantir um acompanhamento adequado, visando à saúde materno-fetal e minimizando as complicações associadas à pré-eclâmpsia.

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Referências

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Publicado

2025-01-21

Como Citar

COSTA, Melina Even Silva da Costa et al. PRÉ-ECLAMPSIA EM GESTANTES DE ALTO RISCO: INVESTIGAÇÃO DAS IMPLICAÇÕES PARA MULHERES COM CONDIÇÕES PREEXISTENTES. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, Macapá, Brasil, v. 4, n. 1, p. 2453–2462, 2025. DOI: 10.36557/pbpc.v4i1.305. Disponível em: https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/305. Acesso em: 3 abr. 2025.