USO DE ANALGESIA E ANESTESIA NO TRABALHO DE PARTO: OPÇÕES, BENEFÍCIOS E RISCOS PARA A MÃE E O BEBÊ
DOI:
https://doi.org/10.36557/pbpc.v4i1.309Palavras-chave:
TRABALHO DE PARTO, ANESTESIA, ANALGESIA, Assistência ao partoResumo
O uso de analgesia e anestesia no trabalho de parto é uma estratégia importante para o alívio da dor e deve ser escolhido com base nas condições clínicas da gestante e na evolução do parto. Métodos não farmacológicos, como técnicas de respiração, massagem e hidroterapia, podem ajudar a reduzir o desconforto sem interferir no processo natural do parto. Já os métodos farmacológicos incluem analgésicos opioides, anestesia peridural, raquidiana e anestesia geral, cada um com benefícios e riscos. Embora proporcionem alívio eficaz da dor, podem causar efeitos adversos, como hipotensão materna, prolongamento do parto e impacto na vitalidade do bebê. A escolha deve ser individualizada, priorizando o bem-estar da mãe e do bebê, sempre com acompanhamento de uma equipe obstétrica qualificada. O manejo adequado da dor durante o parto não apenas proporciona mais conforto à gestante, mas também reduz os efeitos adversos da dor não controlada, como o aumento das catecolaminas, que podem comprometer a oxigenação fetal. Assim, a decisão sobre o uso de analgesia ou anestesia deve ser individualizada e baseada em uma abordagem humanizada, garantindo que a mulher tenha autonomia e suporte para escolher a melhor opção para o seu parto. O acompanhamento por uma equipe qualificada é essencial para minimizar riscos e proporcionar uma experiência segura e positiva para a mãe e o bebê.
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