ENFERMAGEM FRENTE À DETECÇÃO PRECOCE DA SEPSE NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
DOI:
https://doi.org/10.36557/pbpc.v4i2.425Resumo
Entende-se que a sepse é uma condição cada vez mais comum em ambientes hospitalares, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTIs), tornando-se um relevante problema de saúde pública. A doença é associada a um aumento expressivo de óbitos hospitalares e custos financeiros elevados, principalmente devido ao tempo prolongado de internação necessário para tratar complicações graves. Objetivo: Compreender a atuação da enfermagem na prevenção da sepse de corrente sanguínea em pacientes internados em UTIs. Entre os objetivos específicos estão a descrever a fisiopatologia da sepse e suas alterações sistêmicas, identificar fatores de risco nas UTIs e minimizar a exposição do paciente a eles, além de destacar os benefícios dessa atuação para pacientes e familiares. Método: A pesquisa foi estruturada utilizando a estratégia PICO para formulação da pergunta, onde P corresponde à pacientes internados, I a praticas de enfermagem voltadas na prevenção da sepse, C comparador da aplicabilidade de práticas padronizadas, O ao desfecho clinico dos pacientes. Resultados: A busca por estudos que correspondessem ao problema de pesquisa resultou na seleção de 9 trabalhos, sendo possível identificar os fatores de risco preexistentes para a ocorrência da sepse em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva Adulto. Os Principais resultados foram criticidade do estado do paciente juntamente com suas comorbidades prévias aumentado assim a predisposição à sepse, uso de dispositivos invasivos e ventilação mecânica favorecem a entrada de agentes infecciosos no organismo, imunossupressores em especial a pacientes oncológicos no qual contribui para o aumento dos riscos de infecção sistêmica, o uso de antibióticos de forma indiscriminada resultando em casos de resistência bactéria sendo um desafio no manejo da sepse na UTI e hospitalização por período prolongado expondo o paciente a riscos de adquirir novas infecções. Considerações Finais: considerando a relevância de práticas preventivas aplicadas por enfermeiros, como higienização das mãos, manipulação adequada de cateteres e administração correta de medicamentos, como essenciais na prevenção da sepse.
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