DETERMINANTES SOCIAIS E PSICOLÓGICOS DO ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO E SEUS EFEITOS NA SAÚDE DA CRIANÇA.

Autores

  • Cristiane Garcia Lima da Silva Discente de Enfermagem, faculdade Mauá-GO
  • Gislene da Luz Lacerda Araújo Discente de Enfermagem, faculdade Mauá-GO
  • Jéssica Quecia Sousa da Silva Discente de Enfermagem, faculdade Mauá-GO
  • Nathielly Emily Coelho Carvalho Discente de Enfermagem, faculdade Mauá-GO
  • Regiane Ramos dos Santos Discente de Enfermagem, faculdade Mauá-GO
  • Shara Vitória Macedo Carvalho Discente de Enfermagem, faculdade Mauá-GO
  • Mirielly Regina Datsch Médica, docente de Ciências da Saúde, Unimauá
  • Quemili de Cássia Dias de Sousa Enfermeira, docente de Ciências da Saúde Faculdade Mauá-GO
  • Adrielly Lorrane Azevedo Melo Enfermeira, docente de Ciências da Saúde Faculdade Mauá-GO
  • Paulo Henrique Gabriel Porto Fisioterapeuta, docente de Ciências da Saúde Faculdade Mauá-GO
  • Jaíne de Andrade Nascimento Bióloga, Docente de Ciências da Saúde Faculdade Mauá-GO

DOI:

https://doi.org/10.36557/pbpc.v4i2.482

Resumo

O aleitamento materno é reconhecido mundialmente como a intervenção isolada mais eficaz para a redução da morbimortalidade infantil, proporcionando benefícios nutricionais, imunológicos, afetivos, sociais e econômicos. Apesar das recomendações internacionais que defendem o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuado até os dois anos ou mais, a adesão às práticas de amamentação ainda é influenciada por determinantes sociais, culturais, psicológicos e ambientais. Este artigo tem como objetivo analisar de maneira abrangente a influência dos determinantes sociais e psicológicos no aleitamento materno, destacando o papel da enfermagem na promoção, apoio e manejo clínico da amamentação. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, fundamentada em pesquisas científicas, documentos institucionais e referências clássicas da área. Constatou-se que fatores como escolaridade, suporte familiar, condições socioeconômicas, experiências prévias, saúde mental materna, práticas culturais e qualidade da assistência recebida influenciam diretamente a continuidade ou interrupção do aleitamento. A atuação da enfermagem, pautada no acolhimento, na educação em saúde e no manejo qualificado das dificuldades, fortalece a autonomia da mulher e aumenta a taxa de sucesso da amamentação. Conclui-se que estratégias integradas que considerem os múltiplos determinantes do aleitamento são essenciais para garantir práticas saudáveis e sustentáveis, essenciais ao desenvolvimento infantil. 

Palavras-chave: Aleitamento materno. Enfermagem. Saúde da mulher. Determinantes sociais. Psicologia materna.

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Publicado

2025-12-11

Como Citar

SILVA , Cristiane Garcia Lima da et al. DETERMINANTES SOCIAIS E PSICOLÓGICOS DO ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO E SEUS EFEITOS NA SAÚDE DA CRIANÇA. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, Macapá, Brasil, v. 4, n. 2, p. 1240–1251, 2025. DOI: 10.36557/pbpc.v4i2.482. Disponível em: https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/482. Acesso em: 10 maio. 2026.