COVID LONGA: IMPACTOS DA AUTOMEDICAÇÃO EM PACIENTES

Autores

  • Dandara Garcia Menezes Régis
  • Ellen Thamyris Pinho de Paula
  • Renata Gontijo Bernardes Lins
  • Vanessa Cavalcanti Coêlho de Macêdo
  • Kamilla Raissa Carvalho Caldas
  • Cleiton Mendes Honorato Sousa
  • Fabrício da Rosa Orihuela
  • Ana Isabela Peres Nonato Ferreira
  • Naiara Sampaio de Oliveira
  • Iara Leão Luna de Souza
  • Fabiana Nakashima
  • Gabrielle Mendes Lima

DOI:

https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n1p737-751

Palavras-chave:

pandemia; hábitos de consumo de medicamentos; saúde.

Resumo

O fenômeno conhecido como "Covid longa" tem despertado preocupações em todo o mundo, especialmente entre os pacientes do extremo norte do país. Este quadro clínico, caracterizado pela persistência de sintomas após a recuperação inicial da Covid-19, tem levado muitos pacientes a recorrer à automedicação em busca de alívio dos sintomas prolongados. No entanto, os impactos da automedicação podem ser significativos e até mesmo prejudiciais para esses pacientes. Reações adversas, interações medicamentosas e falhas terapêuticas são apenas alguns dos riscos associados à automedicação em casos de Covid longa. Além disso, a falta de orientação profissional adequada pode dificultar a gestão eficaz dos sintomas persistentes e retardar a recuperação completa dos pacientes. A automedicação, muitas vezes motivada pela falta de acesso a cuidados de saúde adequados ou pela desinformação, pode agravar os sintomas e prolongar a recuperação dos pacientes com COVID longa.

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Publicado

2026-01-27

Como Citar

RÉGIS, Dandara Garcia Menezes et al. COVID LONGA: IMPACTOS DA AUTOMEDICAÇÃO EM PACIENTES. Periódicos Brasil. Pesquisa Científica, Macapá, Brasil, v. 5, n. 1, p. 737–751, 2026. DOI: 10.36557/2674-9432.2026v5n1p737-751. Disponível em: https://periodicosbrasil.emnuvens.com.br/revista/article/view/570. Acesso em: 10 maio. 2026.