Harmonia Werckmeister: um diálogo entre Filosofia Nietzscheana e integralidade
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n1p4216-4228Resumo
O presente artigo propõe uma análise do filme A Harmonia Werckmeister (Werckmeister Harmóniák, 2001), dirigido por Béla Tarr e Ágnes Hranitzky, a partir da intersecção entre a filosofia de Friedrich Nietzsche e as teorias da psicologia da integralidade corpo/mente. A base do estudo sustenta-se nas tensões nietzschianas entre os impulsos apolíneos e dionisíacos, o niilismo e a afirmação da vida, cruzando-as com preceitos da Gestalt-Terapia de Fritz Perls e da biopsicologia, a partir de autores como Daniel Goleman e Daniel Kahneman. O objetivo é demonstrar como o eclipse da razão na sociedade moderna, encenado na obra cinematográfica, pode ser compreendido tanto como uma decadência filosófica do espírito quanto como uma ruptura na autorregulação organísmica e no ajustamento criativo do ser humano ao seu ambiente.
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