Razón de ocurrencia de lepra según sexo en Brasil, 2019–2024
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n4p208-223Palabras clave:
Hanseníase; Prevalência; Epidemiologia; BrasilResumen
Introducción: La lepra es una enfermedad infecciosa y contagiosa de carácter crónico, causada por la bacteria Mycobacterium leprae, asociada a la vulnerabilidad social. Brasil registró más de 300.000 casos en un período de diez años, lo que resalta la importancia de estudios sobre la ocurrencia de la enfermedad a nivel regional y nacional. Objetivo: Estimar la razón de prevalencia de la lepra en Brasil según sexo, entre 2019 y 2024. Material y Métodos: Se realizó un estudio transversal, poblacional, utilizando datos obtenidos del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud (DATASUS), específicamente del subsistema del Sistema de Información de Enfermedades de Notificación (SINAN), correspondientes al período de enero de 2019 a diciembre de 2024, así como a los trienios comprendidos en este período (2019–2021 y 2022–2024). Se calculó la prevalencia de lepra (por 100.000 habitantes) en Brasil según sexo y región geográfica. Resultados: La prevalencia de lepra en Brasil durante el período de estudio fue de 13,38, observándose la mayor prevalencia en la región Centro-Oeste (38,64), seguida por las regiones Norte (26,04), Nordeste (20,66), Sudeste (4,76) y Sur (2,95). Se observó una mayor tasa de notificación entre los hombres en Brasil, con una prevalencia 40% superior en el sexo masculino en comparación con el femenino. Este predominio se observó en todas las regiones geográficas y trienios, con menor impacto en la región Centro-Oeste. Conclusión: Las regiones Centro-Oeste, Norte y Nordeste presentaron mayores ocurrencias de casos de lepra, especialmente entre los hombres, quienes mostraron una mayor ocurrencia de la enfermedad en comparación con las mujeres. Son necesarias estrategias para el control y la erradicación de la enfermedad, destacando la importancia del fortalecimiento de la vigilancia epidemiológica y de los programas de control, especialmente en las áreas con mayor ocurrencia de la enfermedad.
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