Deforestación en la Amazonía de Pará y emergencia de arbovirus: aportes para prácticas pedagógicas en salud y ambiente
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n4p731-752Palabras clave:
Mayaro, Oropouche, Vigilância epidemiológica, Formação de professores, Saúde ambientalResumen
La deforestación en la Amazonía brasileña, especialmente en el estado de Pará, ha sido asociada con la emergencia de arbovirus como Mayaro y Oropouche. Esta revisión sistemática tuvo como objetivo sintetizar las evidencias científicas sobre la asociación entre deforestación y emergencia de arbovirus en Pará, identificando patrones, magnitudes de efecto y lagunas metodológicas, así como extrayendo implicaciones para la enseñanza de las ciencias. Se siguió el protocolo PRISMA 2020, con registro en PROSPERO. Las búsquedas se realizaron en PubMed, Scopus, Web of Science, LILACS, SciELO y Google Scholar (2005-2025). Se incluyeron estudios observacionales, de cohorte, caso-control, transversales y ecológicos que midieron objetivamente la deforestación y presentaron detección laboratorial de arbovirus. De los 1.247 registros iniciales, 23 estudios fueron incluidos en la síntesis cualitativa. De estos, 19 (82,6%) reportaron asociación positiva y significativa entre deforestación y detección de arbovirus. El metanálisis (ocho estudios) reveló una odds ratio combinada de 2,34 (IC95%:1,78-3,08). Las métricas de borde forestal y tiempo desde la deforestación (especialmente <5 años) presentaron las asociaciones más fuertes (OR:2,34-3,12). Mayaro y Oropouche fueron los arbovirus más consistentemente asociados. Se concluye que existe una asociación positiva y significativa entre deforestación y emergencia de arbovirus silvestres o de transición en Pará. Los hallazgos pueden subsidiar prácticas pedagógicas interdisciplinarias en salud y ambiente, así como la formación de profesores en la Amazonía.
Descargas
Citas
CARVALHO, B. M.; PERES, L. P.; OLIVEIRA, B. F. A. Doenças transmitidas por vetores no Brasil: mudanças climáticas e cenários futuros de aquecimento global. Sustainability in Debate, Brasília, v. 11, n. 3, p. 383-404, dez. 2020.
DONALISIO, M. R.; FREITAS, A. R. R.; ZUBEN, A. P. B. V. Arboviruses emerging in Brazil: challenges for clinic and implications for public health. Revista de Saúde Pública, v. 51, p. 30, 2017.
ENDY, T. P. Viral Febrile Illnesses and Emerging Pathogens. In: Hunter's Tropical Medicine and Emerging Infectious Diseases. [S. l.]: Elsevier, 2020. p. 325–350. DOI: 10.1016/B978-0-323-55512-8.00036-3. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7151808/. Acesso em: 26 abr. 2026.
FERNANDES, Flavia Rodrigues; SILVA, Letícia Bernadete; KAWABATA, Edson Kenji; RECHE, Felipe Augusto; ROSA-SILVA, Patricia de Oliveira; ZEQUI, João. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ARBOVIROSES: DESAFIOS EM UM CENÁRIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA), [S. l.], v. 20, n. 4, p. 103–123, 2025. DOI: 10.34024/revbea.2025.v20.20318. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/20318. Acesso em: 26 abr. 2026.
FOLHES, Ricardo Theophilo; GONÇALVES, Marcela Vecchione. Para além da COP 30: tópicos sobre desenvolvimento na Amazônia em tempos de emergência climática. Belém: NAEA, 2024. 1 recurso online (688 p.). (Série desenvolvimento e sustentabilidade). ISBN 978-85-7143-237-6. Disponível em: http://www.naea.ufpa.br/index.php/livrospublicacoes. Acesso em: 26 abr. 2026.
GOMES, Cristiane Moreira. METODOLOGIAS ATIVAS NA EDUCAÇÃO: AS VANTAGENS DE APLICAÇÃO DO MÉTODO PBL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 10, n. 8, p. 2509–2516, 2024. DOI: 10.51891/rease. v10i8.15319. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/15319. Acesso em: 26 abr. 2026.
HENRIQUE, Victor Hugo de Oliveira; SILVA, Luciano Fernandes. COMPREENSÕES SOBRE A TEMÁTICA AMBIENTAL E A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA. Revista Sergipana de Educação Ambiental, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 107–114, 2020. DOI: 10.47401/revisea. v8i2.12848. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revisea/article/view/12848. Acesso em: 26 abr. 2026.
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE). Projeto PRODES: monitoramento do desmatamento da floresta amazônica brasileira por satélite. São José dos Campos: INPE, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/inpe/pt-br. Acesso em: 16 abr. 2026.
MIRANDA, Renato Souza de; NOGUEIRA, Ludmila da Rocha; RODRIGUES, Mateus Santana; ALVES, Alexandra Monteiro; COSTA, Merilene Silva; AMADOR, Maicon Fernandes. ANALISE DO DESMATAMENTO NOS PERIODOS DE 2016 A 2020 NA MESORREGIAO SUDESTE PARAENSE. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 7, n. 5, p. 498–517, 2021. DOI: 10.51891/rease. v7i5.1209. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/1209. Acesso em: 26 abr. 2026.
MORAIS, Sonia Samara Fonseca de; CRUZ NETO, João; SILVA, Marcelo Gurgel Carlos da. Aspectos epidemiológicos das arboviroses em anos epidêmicos e não epidêmicos em uma metrópole brasileira. Saúde e Pesquisa, [S. l.], v. 15, n. 2, p. 1–13, 2022. DOI: 10.17765/2176-9206. 2022v15n2.e10296. Disponível em: https://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/saudpesq/article/view/10296. Acesso em: 26 abr. 2026.
MURRAY, N. E.; QUAM, M. B.; WILDER-SMITH, A. Epidemiology of dengue: past, present and future prospects. Clinical Epidemiology, v. 5, p. 299-309, 20 ago. 2013. DOI: 10.2147/CLEP.S34440. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3753061/. Acesso em: 16 abr. 2026.
NASCIMENTO, P. S. do; FARIAS, K. V. de; GUSMÃO, E. D.; ROCHA, V. da S.; JÚNIOR, R. L. M.; SOARES, R. de F. S.; CHAVES, A. F. da S. Desmatamento como fator de risco para a saúde: uma revisão sistemática sobre doenças emergentes. OBSERVATÓRIO DE LA ECONOMÍA LATINOAMERICANA, [S. l.], v. 23, n. 8, p. e11266, 2025. DOI: 10.55905/oelv23n8-194. Disponível em: https://ojs.observatoriolatinoamericano.com/ojs/index.php/olel/article/view/11266. Acesso em: 26 abr. 2026.
OLIVEIRA, Gabriele Nascimento de et al. Entre o desconhecido e o emergente: mapeando os vírus Oropouche e Mayaro no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 42, e00067525, 2026. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-311XPT067525. Acesso em: 16 abr. 2026.
OLIVEIRA, Mariana Gomes; SANTOS, Graciliano Galdino Alves; LAQUES, Anne-Elisabeth; THALÊS, Marcelo Cordeiro; MITJA, Danielle; MIRANDA, Izildinha Souza. Métricas da paisagem e quantidade de habitat florestal em um mosaico agrícola, sudeste do Pará. Pesquisa Florestal Brasileira, [S. l.], v. 42, 2022. DOI: 10.4336/2022.pfb.42e201902023. Disponível em: https://pfb.sede.embrapa.br/pfb/article/view/2023. Acesso em: 16 abr. 2026.
ONU. ORGANIZAÇÂO DAS NAÇÕES UNIDAS. Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Nova York: ONU, 2015. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/files/2020-09/agenda2030-pt-br.pdf. Acesso em: 26 abr. 2026.
PAGE, Matthew J. et al. A declaração PRISMA 2020: diretriz atualizada para relatar revisões sistemáticas. Revista Panamericana de Salud Pública, v. 46, e112, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.26633/RPSP.2022.112. Acesso em: 16 abr. 2026.
PROJETO MAPBIOMAS. Mapeamento Anual de Cobertura e Uso da Terra no Brasil (Coleção [inserir número, ex: 10]). São Paulo: MapBiomas, 2025. Disponível em: https://brasil.mapbiomas.org/. Acesso em: 16 abr. 2026.
SILVA, R. A. R., and VENTURI, T., eds. Pesquisas, Vivências e Práticas de Educação em Saúde na Escola [online]. Chapecó: Editora UFFS, 2022, 461 p. Ensino de ciências collection. ISBN: 978-65-86545-74-6. https://doi.org/10.7476/9786586545722.
SOUZA, C. M. et al. Reconstruindo três décadas de mudanças no uso e cobertura da terra em biomas brasileiros com o arquivo Landsat e o Earth Engine. Remote Sensing, v. 12, n. 17, p. 2735, 2020. DOI: 10.3390/rs12172735. Disponível em: https://doi.org/10.3390/rs12172735. Acesso em: 26 abr. 2026.
SOUSA, Mesquita Amauri de; CABRAL, Marcos Vinicius Afonso; ARAUJO, José Augusto Carvalho de. Vigilância de doenças tropicais e práticas de enfermagem na Amazônia: modelagem climática e inovações científicas para a saúde em tempos de mudanças globais. Rev. Pan-Amaz Saude, Ananindeua, v. 16, e202501743, 2025. Disponível em http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-62232025000110150&lng=es&nrm=iso. Acesso em 26 de abril de 2026. Publicado online em 7 de novembro de 2025. http://dx.doi.org/10.5123/s2176-6223202501743.
SOUZA, G. A. et al. Oropouche fever and pregnancy. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 24, p. e20240242, 2024.
VOURC’H, G.; PLANTARD, O.; MORAND, S. How Does Biodiversity Influence the Ecology of Infectious Disease? In: New Frontiers of Molecular Epidemiology of Infectious Diseases. [S. l.]: Springer, p. 291–309, 2011. DOI 10.1007/978-94-007-2114-2_13. Disponível em: nih.gov. Acesso em: 16 abr. 2026.
WELLS, G. A. et al. The Newcastle-Ottawa Scale (NOS) for assessing the quality of nonrandomised studies in meta-analyses. Ottawa: Ottawa Hospital Research Institute, 2011. Disponível em: http://www.ohri.ca/programs/clinical_epidemiology/oxford.asp. Acesso em: 05 mai. 2026.
ZOTERO. Zotero (Versão 6.0). Fairfax: Corporation for Digital Scholarship, 2022. Disponível em: https://www.zotero.org. Acesso em: 05 mar. 2026.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Ionara Antunes TERRA, Marcos Vinicius Afonso CABRAL, Julia Toaldo Mattos Mattos , Juliano Lissarassa Zuchetto , Marianna Terra Grass, Phamella Belém Reis, Lucas Schmitt da Cruz, José Augusto Carvalho de Araújo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Você tem o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
- Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
- O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.