PPC do curso de Química Licenciatura do IFAL-Maceió: Análise do currículo para formação profissional do discente
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n6p274-294Palabras clave:
Formação de professores. Currículo. Licenciatura em Química.Resumen
Este artigo analisa criticamente o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Licenciatura em Química do Instituto Federal de Alagoas – Campus Maceió, com o objetivo de avaliar sua efetividade na formação profissional do discente e identificar possibilidades de aprimoramento. A pesquisa adotou abordagem qualitativa e exploratória, combinando análise documental do PPC com revisão bibliográfica e levantamento empírico, por meio de enquete online e questionário presencial, aplicados a estudantes regularmente matriculados. Os dados foram organizados em quatro eixos: disciplinas essenciais, irrelevantes, sugestões de inclusão e reclassificação entre núcleos. Os resultados indicam percepções diversas sobre a adequação do currículo atual, com destaque para lacunas relacionadas à preparação para o ensino de Ciências no Ensino Fundamental II, à insuficiência de práticas experimentais e à necessidade de atualização dos conteúdos. Constatou-se, ainda, o reconhecimento dos estágios supervisionados como componente relevante da prática profissional. Conclui-se que a revisão curricular, alinhada às demandas da docência contemporânea e às diretrizes legais da formação inicial de professores, é essencial para fortalecer o processo formativo e promover uma formação docente mais crítica, reflexiva e alinhada às exigências da Educação Básica.
Descargas
Citas
BRAIBANTE, M. E. F.; WOLLMANN, E. M. A influência do PIBID na formação dos acadêmicos de Química. Química Nova na Escola, v. 34, n. 4, p. 167-172, 2025.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras. Presidência da República. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm. Acesso em: 9 jun. 2025.
BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental. Presidência da República. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm. Acesso em: 9 jun. 2025.
BRASIL. Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002. Institui diretrizes curriculares nacionais para a formação de professores da Educação Básica. Presidência da República. Disponível em: https://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP022002.pdf. Acesso em: 9 jun. 2025.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular – BNCC. Ministério da Educação, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo-integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 9 jun. 2025.
COSTA, K. M. G.; KALHIL, J. D. B.; TEXEIRA, A. F. Perspectiva histórica da formação de professores de Química no Brasil. Latin American Journal of Science Education, v. 1, n. 12061, p. 1-15, 2015.
DUTRA-PEREIRA, F. K.; BORTOLAI, M. M. S. Representações do ser professor de Química: identidade profissional e profissionalização docente. Revista de Educação, Ciência e Tecnologia, v. 2, n. 10, p. 1-17, 2021.
FELÍCIO, H. M. S. O PIBID como “terceiro espaço” de formação inicial de professores. Revista Diálogo Educacional, v. 14, n. 42, p. 415-434, 2014.
GATTI, B. A. Formação de professores no Brasil: características e problemas. Revista Brasileira de Educação, v. 15, n. 45, p. 135-146, 2010.
IZA, D. F. V. et al. Identidade docente: as várias faces da constituição do ser professor. Revista Eletrônica de Educação, v. 8, n. 2, p. 277-281, 2014.
MARCELO, C. Desenvolvimento profissional docente: passado e futuro. Sísifo – Revista de Ciências da Educação, n. 8, p. 7-22, jan. 2009.
MOLETTA, A. F. et al. Momentos marcantes do estágio curricular supervisionado na formação de professores de Educação Física. Pensar a Prática, v. 16, n. 3, p. 718-731, 2013.
OLIVEIRA, T. A. L. de et al. Formação de professores em foco: uma análise curricular de um curso de Licenciatura em Química. Actio: Docência em Ciências, v. 2, n. 2, p. 137-158, 2011.
PENA, G. B. de O.; MESQUITA, N. A. da S. Profissionalização da carreira docente em Química e o conhecimento profissional do professor: um viés histórico. Revista Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática, v. 9, n. 1, p. 1-24, 2021.
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis, v. 3, n. 34, p. 5-23, 2006.
SILVA NETO, A. C. da et al. Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Química. Instituto Federal de Alagoas – Campus Maceió, 2018. Disponível em: https://www2.ifal.edu.br/campus/maceio/ensino/cursos/superior/licenciatura-em-quimica. Acesso em: 9 jun. 2025.
SILVA, T. E. de P.; FERREIRA, O. G. Formação de professores de Química no contexto da educação inclusiva. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 20, n. 3, p. 1-20, 2020.
SOUZA, A. C. S. L. M. de et al. Entre o ensino e a extensão: a formação para a educação inclusiva do licenciado em Química – um relato de experiência. Revista de Educação, Ciências e Matemática, v. 8, n. 3, p. 283-295, 2018.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Samuel Anderson Calheiros da Silva Siqueira , Jaglisson Gomes Fonseca , Luana Deise da Silva , Célio dos Santos Góes , Epitácio Alves Palmeira, Ana Luiza do Nascimento Matias Santos , Thinayane Xavier da Silva , Eduardo Lima dos Santos , Francyelle Moura de Oliveira Bernardo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Você tem o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
- Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
- O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.