TRAUMATISMO CRANEOFACIAL: EPIDEMIOLOGÍA DE LA MORBILIDAD Y MORTALIDAD POR ACCIDENTES DE MOTOCICLETA EN AMAZONAS
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n1p1664-1675Palabras clave:
Epidemiología, Accidentes de tránsito, Colisiones de tránsito, Servicio de Urgencias.Resumen
Introducción: Los accidentes que involucran motociclistas en Amazonas, particularmente en la región de Manaus, representan una de las principales causas de hospitalizaciones y traumatismos faciales, debido a la alta vulnerabilidad de estos conductores. Objetivo: Realizar una investigación descriptiva sobre los accidentes de motocicleta en Amazonas durante los últimos 5 años (2020 a 2024). Metodología: Estudio descriptivo retrospectivo basado en datos públicos. Resultados: Durante el período, se registraron 2.245 muertes por accidentes de transporte terrestre en Amazonas, de las cuales 1.228 (54,6%) fueron accidentes que involucraron a motociclistas o triciclos motorizados, de los cuales 748 (60,9%) ocurrieron en la capital Manaus y 480 (39,1%) en otros municipios del interior, con 573 (25,5%) involucrando a peatones. La mayoría eran hombres (85,1%), de raza mixta (84,4%) y con edades comprendidas entre 20 y 29 años (33,9%), pero hubo un número sustancial de accidentes mortales entre motociclistas de 50 años o más (15,1%). Con respecto al lugar de la muerte, el 56,6% murió en un entorno hospitalario, pero el 39,7% murió en la escena del accidente. Al comparar los últimos dos años del análisis, se observa un aumento del 30% en el número de muertes. Conclusión: Hay una tendencia creciente en el número de muertes de motociclistas entre las personas que viven no solo en la capital sino también en las ciudades del interior del estado de Amazonas. Las políticas públicas de tránsito deben centrarse principalmente en la prevención, pero también en la atención y rehabilitación de las víctimas, así como en las mejoras en las carreteras y el mantenimiento de vehículos más seguros
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