PERFIL MOTIVACIONAL DE PRATICANTES DE VOLEIBOL NO ACRE: UMA ANÁLISE À LUZ DA TEORIA DA AUTODETERMINAÇÃO.
DOI:
https://doi.org/10.36557/2674-9432.2026v5n3p608-618Palabras clave:
Motivação; Voleibol; Dados Secundários; Acre; Teoria da Autodeterminação.Resumen
A motivação é um dos pilares para a adesão e permanência no esporte. Este artigo tem como objetivo analisar o perfil motivacional de praticantes e atletas de voleibol no estado do Acre, com base em dados secundários oriundos de um banco de dados institucional. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório, de abordagem quantitativa, fundamentado na Teoria da Autodeterminação. O banco de dados analisado é composto por registros de 200 praticantes e atletas de diferentes faixas etárias, gêneros e níveis de experiência, coletados por meio da Sport Motivation Scale-II (SMS-II) e encaminhados de forma anônima para a presente análise. Os resultados apontam altos níveis de regulação intrínseca em ambos os sexos. Observam-se diferenças significativas nos níveis de motivação e desmotivação em função do tempo de prática, com destaque para o grupo de 11 a 15 anos de prática, que apresentou maiores índices de desmotivação. Os achados são discutidos à luz de estudos nacionais sobre motivação no voleibol, corroborando a influência de variáveis como sexo, tempo de prática e contexto social. Conclui-se que a análise de dados secundários como esta pode subsidiar o planejamento de estratégias pedagógicas e políticas públicas para o voleibol acreano, com destaque para a necessidade de intervenções focadas no período crítico de 11 a 15 anos de prática.
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